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Hugh Frazier

Estocolmo, um metro com muita arte

Estocolmo, um metro com muita arte

Em que lugar do mundo você pode desfrutar de uma galeria de arte com mais de 110 quilômetros por o preço de um bilhete de metrô? A resposta é Estocolmo, uma cidade onde a arte em todas as suas formas de expressão passou a fazer parte da vida dos cidadãos. Nossos dias em Estocolmo, deram-nos para passear e ver o mais representativo da cidade, desfrutar do ambiente animado e até do bom tempo delicada do verão e como não, fizemos uma visita imprescindível se você vai para a bela capital da Suécia: o aclamado metro, um dos mais artísticos do mundo.
Considerado como a galeria de arte mais longa do mundo foi fundado em 1950 e conta com mais de 100 estações ( 47 subterrâneas e 53 em superfície), distribuídos por 14 ilhas da cidade. Até aí tudo normal, mas o que o diferencia do resto metros do mundo é a sua extraordinária coleção de arte e estações decorados por seus 110 quilômetros de comprimento.
Ao longo e largo do metrô de Estocolmo há distribuídas peças de arte, esculturas, mosaicos, exposições temporárias, pinturas e relevos impossíveis na rocha, que fazem com que deslocar-se por ele seja uma experiência agradável para o usuário do transporte urbano. Obras de arte de mais de uma centena de artistas dão ao metrô de Estocolmo, um aspecto incomparável destacando algumas estações, onde chegou a integrar a arte de uma maneira sublime com o ambiente do metro.
Um pouco de História
Desde a sua inauguração, em 1950, autoridades e partidos políticos tiveram um claro empenho em que a arte estivesse à disposição do público e você só tem que pegar o metrô para dar-nos conta de que o têm conseguido.
As primeiras estações pertencem à linha verde e nas estações de T-Centralen e Hotorget se podem ver exemplos da arquitetura dos anos 50. À medida que o metrô cresce nascem novas linhas e estações, como a linha vermelha, construída na década de 60, com estações como Östermalmstorg ou Mariatorget.
Na década de 70 se começou a projetar concreto na rocha, dando-lhe as estações, esse aspecto de caverna tão característico que muitos relacionaram com o inferno e o mais além. Solna Centrum, Tensta ou Radhuset são algumas de suas principais estações.
Em 80 nascem 5 novas estações em forma de caverna, assim como dois mais nos anos 90 e se começam a reformar e adequar aos novos tempos muitas estações antigas. O resultado hoje é um hotel moderno, confortável e onde passear por suas estações se converteu em toda uma surpresa para o visitante e uma alegria para os fãs da arte.
Como visitá-lo
Antes de minha viagem a terras nórdicas investigué pela rede e soube da existência de um tour gratuito ( em inglês) de uma hora de duração, que percorre o metro pelo qual a idéia que ele usava era clara. O público nem os trabalhadores do próprio metrô de Estocolmo me souberam dizer de onde partia o tour por isso que meu cabreo foi monumental (eu não quero pensar se isso acontecesse em Portugal o que nos diriam…)
Nos tiveram dando voltas mais de uma hora assim que, depois da minha tentativa frustrada experiência eu posso dizer que a melhor maneira de visitá-lo é comprar um bilhete simples de metro, e ir à procura das estações mais importantes por sua conta. Perdi muito tempo e não consegui visitar todas as estações que eu teria gostado, por isso que teve que lançar mão de wikipédia para vos mostrar mais imagens. Para que não vos aconteça o que para mim, vou deixar algumas das estações que valem a pena.
Estações mais interessantes
Este tema é algo relativo, já que com tanta expressão artística onde escolher, haverá pessoas que você gosta mais as obras de algumas estações que outras, ou simplesmente descerão para uma estação e dirão que a arte não é visto por nenhum lado. Por isso, se você quiser ver a lista completa com as estações do metro e organizaros vossa rota tão só têm que vá a este link da página que sabe tudo ( !) e ver que estações vos atraem mais ( assim não me podeis dar a culpa se a visita não vos satisfaz…). Estações do metrô Estocolmo.De todos os modos, vos tenho a dizer que é quase impossível ver todas as estações do metrô de Estocolmo, a menos que viva na cidade ou frequentes muito o metro, por isso tenho feito uma pequena lista com algumas estações, que oferecem uma grande variedade de expressões artísticas que podem ser representativas do que dispõe o metro. No mapa acima, tendes referidas estações, para que não vos aconteça como a mim e perca muito tempo em procurar as mais interessantes.
Esta é a minha seleção de estações do metrô de Estocolmo para visitar: T-Centralen, Radhuset, Fridhemsplan, Kungstradgarden, Universitetet, Stadion, Solna Centrum, Duvbo, Rissne, Solna Centrum e Tensta.



Viagem ao Laos e Camboja: preparativos e plano de viagem

Viagem ao Laos e Camboja: preparativos e plano de viagem

Quase sem dar-nos tempo para reponernos de nosso chocante viagem à Islândia do que falaremos quando” asentemos o traseiro”, toca-nos a preparar uma das viagens mais desejadas dos últimos tempos. O sudeste da ásia nos pegou há 4 anos e estávamos ansiosos para voltar para desfrutar de sua boa gente ,de sua cultura e de sua excelente gastronomia. Desta vez, os países escolhidos são Laos e Camboja, embora pisaremos algo de solo tailandês e faremos noite em Chiang Rai, o mesmo que há alguns anos.
Entraremos na Ásia por Bangkok, um dos pontos mais frequentados e econômicos de todo o sudeste asiático para ir ao norte do país. A idéia ( e digo idéia porque ultimamente eu não gosto de planejar o excesso de viagens e posso mudar de ideia o destino mais uma vez…) é entrar no Laos, no norte da Tailândia, designadamente por o ponto de passagem da fronteira de Chiang Khong, na província de Chiang Rai. Aqui vos deixo o curso que queremos fazer, mas que certamente será alterado sobre a marcha ( cada dia eu gosto mais improvisar!!).
Algo parecido com este itinerário queremos fazer..
Depois de entrar no Laos por Huay Xay, não sabemos se faremos um trekking pela região norte do país ou navegaremos em direção ao sudeste pelo mítico Mekong até Luang Prabang, a antiga capital do Laos que me falam maravilhas. Talvez ambas as coisas são possíveis. De lá podemos ir para a cidade de Vang Vieng e a Vientinane, a capital do país. Descer para o sul do país para as 4000 ilhas, onde o rio Mekong se espalha para dar lugar a estas ilhas, que são a coisa mais próxima a uma praia paradisíaca neste país sem costa.

Cruzaremos a fronteira com o Camboja para descobrir algumas das maravilhas deste fascinante país, os templos de Angkor, Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e um dos lugares que existem ver nesta vida.E se o tempo nos deixa, nós gostaríamos de visitar a sua capital, Phnong Pheng e pressionar o ritmo desta cidade asiática. Deixaremos Camboja para atravessar de novo outra fronteira para retornar ao nosso ponto de partida, Bangkok, e fechar a rota de três semanas que se me afigura demasiado curta.
Pelo caminho várias centenas de quilômetros, de ônibus, tuks tuks e barcaças, de espera e negociações de fronteiras terrestres que incluam mais de uma discussão, de inevitáveis tentativas de golpes, de comida picante e muito arroz e até mesmo mais de um chuviscos que haverá que levar com o melhor dos sorrisos. Mas tudo isso compensa com a descoberta de um novo país e uma nova cultura ou com a travessa sorriso de uma criança.
Há tanto por descobrir em Laos e Camboja que me vai ser impossível cobrir tudo, mas eu gostaria de contemplar com calma os templos de Luang Prabang, assim como ver os mojes pedindo esmola ao amanhecer nesta mítica cidade. Haverá que dar um banho no Mekong e navegar por suas águas, montar em um de seus ônibus cheios de locais, ver alguma cachoeira em seus parques naturais, saber em primeira pessoa de um de seus grupos étnicos do país, desfrutar da cozinha ( eu não penso perder sua salada de papaya) ou beber alguma Lao beer, a cerveja nacional e orgulho do país. E por que não, andar de elefante, fazer caminhadas, alugar uma scooter ou uma bicicleta, admirar um pôr-do-sol no mekong….¡¡ Há tanto para ver e fazer em Laos e Camboja!! Acima de tudo vamos tentar desfrutar de belas paisagens, respirar a paz do país e aprender de sua amável pessoas.

Mais informações e meus blogs de cabeceira para esta viagem:
– Vacinas para Laos e Camboja.
– O Que levar no seu kit de viagem.
– http://www.carmenteira.es/blogtrajinando/ O blog de viagens de Carmen Teira.
– http://unavidaenmilviajes.com/ O blog de viagens de Blai Taberner.
– http://bleid-volandovoy.blogspot.com.es/ O blog de viagens de Diego.
– http://milcamins.blogspot.com.es/ O blog de a viajante MªMercé.
– http://www.viajablog.com/viaje/mochila/ Com muita informação sobre como preparar sua mochila de viagem.
– É claro que eu vou tranquilo com Iati Seguros.



10 curiosidades sobre a cidade de Gante

10 curiosidades sobre a cidade de Gante

Diz a minha santa mãe, quando algo lhe surpreende muito que “para ver coisas há que estar vivo” e tem toda a razão do mundo, mas eu também digo que se viajasse, encontraria ainda mais coisas curiosas. Por este e outros motivos, nós temos uma seção de curiosidades nesta página de viagens. Mas vamos ao que interessa. Como eu cheguei há pouco, em nossa viagem a Gent gostámos muito de seus belos canais, edifícios medievais e de seu animado centro histórico, mas, além disso, há um punhado de curiosidades que tornam esta cidade, algo único no mundo. Tão único que a prestigiada revista Lonely Planet definido Gante como o segredo mais bem guardado da Europa e um dos melhores destinos do passado 2011. Mas também é uma cidade que está repleta de histórias rocambolescas. Aqui vos deixo 10 curiosidades sobre a cidade de Ghent:
1. Colocar uma pica na Flandres. Quem não conhece essa expressão tão espanhola e usada em nosso país? Esta frase é usada para indicar que se realizou algo muito complicado e que representa um marco. A origem dessa expressão vem da época do imperador Carlos V, quando seus vastos territórios incluíam os Países Baixos e Flandres. Por estas terras, começou uma guerra por motivos religiosos, que durou mais de 80 anos e os exércitos espanhóis tiveram que chegar, em um longo e caro viagem por terras perigosas até Flandres, no que se denominou de “caminho português”. Era uma empresa difícil e arriscada, mas o imperador com a sua tenacidade conseguiu algo que parecia muito difícil, levar seus exércitos até essas terras e colocar uma pica na Flandres.
2. O beco do grafitti. “A rua de graffiti” ou Werregarenstraat, é o ícone da pintura de rua em Ghent e uma visita curiosa nesta cidade. Neste beco cheio de com um grafite estranho é onde os artistas de rua têm permissão para dar rédea solta à sua arte. Está em constante mudança, por isso é difícil que a vejais como eu a encontrei. Não seria má idéia que se façam mais frequentemente iniciativas semelhantes para que estes artistas de rua possam expressar sua arte.

3. Visitar os beguinajes ou Beaterios Flamengos, como o de Klein Begijnhof. Nestas pequenas comunidades da idade Média cuidadosamente conservadas habitavam os begardos, mulheres dedicadas a Deus e constavam de casas e igrejas ou conventos. Situados na periferia das cidades, encheu-se de grande importância durante os duros momentos da idade média, acolhendo muitas mulheres com problemas. Mais tarde transformaram-se em residências de diferentes ordens religiosas. São catalogadas como Património da humanidade pela UNESCO, e aqui em Ghent podem visitar dois deles.
4. O cânion medieval Margarida, a louca. Um dos ícones da cidade de Gante é este impressionante cânion do século XV, de ferro forjado chamado Dulle Griet, ou Margarida, a louca. Apenas pesa 12500 kg e esteve presente durante o cerco que recebeu a cidade o XV embora, curiosamente, parece que nunca foi baleado nem um só tiro. Localizado perto da Praça de sexta-feira, sua boca foi tapada para evitar o seu uso como lixo e até mesmo como dormitório de mendigos. Hoje em dia é um dos lugares mais fotografados da cidade.
5. Com a corda ao pescoço. Passeando por Gante podemos encontrar em muitos cantos da cidade cordas penduradas, como na famosa confeitaria Temmerman. Algo estranho que me fez aprofundar no tema das cordas E Sabiam que os habitantes de Gante, são conhecidos como os Stroppendragers, que significa os que carregam com a corda? A razão é este nome reside em uma antiga tradição de Ghent: O imperador Carlos I da Espanha e V da Alemanha, o que não se tinha muito apreço por aqui, ( coisa normal depois das coisas que ele fazia), diante da negativa da cidade a pagar impostos, enforcou-se, em 1537, muitos cidadãos de Gand e a outros revolucionários, e os sujeitou a andar pela rua, descalços, vestindo apenas uma camisa e uma corda ao pescoço, obrigando-os a pedir clemência ao imperador. A Cada mês de Julho durante o festival Gentse Feeten, repete-se esta caminhada em memória da rebelião de seus bravos antepassados.
6. Cervejaria Dulle Griet. O número 50 da praça do mercado central de sexta-feira ou Vrijdagmarkt encontra-se uma das cervejarias mais curiosas da cidade de Gante, Dulle Griet. Que um local tenha mais de 250 tipos de cervejas não é algo muito curioso aqui na Bélgica, o engraçado do assunto vem quando você pedir a cerveja Kwak, com mais de 6 graus de álcool e que é servido em uma espécie de balde alongada de mais de um litro de capacidade. Esta especialidade é chamado de “Max van het huis” ou tire o sapato, assim que você tem que deixar o seu sapato como caução e o garçom coloca em uma cesta, que sobe até o teto e tocam um sino a título de sinal. Até que não devolva o copo não se devolvem o sapato. Parece que o alto preço do copo era uma peça muito procurada e apreciada antigamente e tomaram esta determinação fartos de perder seu copo estrela. Site de Dulle Griet.
7. A casa sindical dos pedreiros. Em frente à igreja de São Nicolau, encontramos a Metselaarshuis, a única e original casa sindical dos Pedreiros do século XVI ( perto do cais Graslei há uma cópia exata pior esta é a original). Um histórico e bonito edifício decorado até o último detalhe que merece uma paragem por sua beleza. Logo acima da fachada, “seis bobos dançam ao ritmo do vento”. Atualmente, o prédio é de propriedade da Federação de Turismo de Flandres. Um bom lugar para admirar a arquitetura de séculos passados.
8. Rabot. Em 1488, Maximiliano de Áustria tentou tomar Gante por uma curiosa zona da cidade, cuja barragem eclusa permitia inundar um terreno de 15km2 e onde as defesas eram mais fracos. Passados 40 dias de cerco, teve que desistir de sua empresa e levantar o campo. Foi então que o governo da cidade decidiu reforçar o lugar com duas torres de defesa, que se conservam perfeitamente. É curioso que hoje em dia encontramos logo atrás de Rabot, alguns edifícios de proteção oficial e um bairro com muita imigração e bastante pobreza, em contraste total com as próximas e belas ruas medievais.

9. A lugares de Gante. Que esta cidade tem tanta vida na rua não é algo novo e, já na idade média, as praças de Gante eram os centros de animação social e de locais de encontro por excelência. A Vrijdagmarkt ou Praça de sexta-feira é uma boa prova disso. Aqui se reunia o povo para realizar festas ou resolver conflitos e hoje é uma das mais animadas da cidade, com desfiles nos fins de semana e abundância de terraços para tomar algo. Outra praça curiosa é a Beestenmarkt ou a praça da festa, onde, como o nome indica, há de tudo relacionado com este saudável entretenimento, bares, pubs e casas noturnas, onde a marcha dura até altas horas da madrugada….E no centro da Praça Korenmarkt podemos observar como pedestres, bicicletas e bondes se cruzam em uma perfeita simbiose não apta para visitantes sorrateiramente. Além disso, dizem que aqui se abriu um dos primeiros hotéis da Europa em 1228.
10. Museu do Dr. Guislain. Um museu localizado em um tétrico manicômio é a cereja que falta para verificar como em Ghent há visitas mais do que curiosas. No museu de saúde mental mais antiga da Bélgica, encontramos desde a história da psiquiatria com instrumentos ou fotos, até uma coleção de arte realizado pelos internos. Sem dúvida, uma visita diferente.
Pois até aqui os meus 10 curiosidades sobre Ghent, uma verdadeira maravilha de cidade que esconde belos cantos, muita história e umas visitas realmente marcantes. Para mim, uma cidade única no mundo, a jóia de Flandres.



O Que ver em Bruxelas com crianças

O Que ver em Bruxelas com crianças

“Grandes experiências familiares em Bruxelas”, leio em algum lugar enquanto passeio por esta elegante cidade de discagem ar parisiense. E depois de ter passado por lá na minha última viagem pela região de Flandres, tenho clarìsimo que é um destino perfeito para viajar com crianças de qualquer idade. Por muitas razões: suas boas comunicações, os seus museus, sua deliciosa comida, seus chocolates, seus quadrinhos e por muitas atividades que fazem de Bruxelas uma cidade ideal para grandes e pequenos. Aqui as crianças poderão divertir-se, estudar e aprender sobre a cultura Belga, de forma amena, inclusive muitas dessas visitas são ideais para aqueles dias chuvosos que não dão lugar a andar a céu descoberto. Há muito o que ver em Bruxelas com crianças assim que deixamos alguns motivos para que vades preparando a mala do peque e os amados irmãos para explorar esta cidade mágica que parece desenhada para as famílias.
1. O primeiro motivo é que os pais e mães muito bonito ver seus filhos sorrindo e desfrutando dos encantos de Bruxelas. Qual o melhor motivo verdade? Que um filho desfrute da viagem com os pais é fundamental para que as crianças comecem a amar as viagens. E a melhor maneira é visitar atracções que lhes interessam, coisas que estão próximas a seus interesses. Aqui em Bruxelas, há muitos lugares que as crianças vão adorar.
2. Hotéis para familias: O Radisson blu Royal Hotel tem uma localização ideal perto da Grand Place, oferece descontos em refeições e bebidas para crianças de 0 a 12 anos, bem como quartos comunicantes, pacote de boas-vindas para os mais pequenos ( suco de frutas, pelúcia, doces e jogos), menus adaptados, aquecedor de biberões, babetes, jogos de mesa, cores…. O Novotel Brussels Off Grand Place tem uma localização perfeita e oferece condições especiais para as famílias como para os da estadia grátis para 2 crianças menores de 16 anos em camas ou berços extra. Além disso, presentes de boas-vindas para as crianças, áreas de jogos e menus para crianças.
3. Museu do comic: este museu é uma homenagem ao mundo da banda desenhada e dos importantes artistas Belgas que dominam esta arte à perfeição. Desde as origens da história em quadrinhos até a estrela do museu, Tintim, o famoso repórter que criou Hergé, em 1929. No total, mais de 6000 obras originais, onde o único porém é que muitos dos personagens estão expostos em francês….Entrada: 8 euros.
4. Manekken Pis, Jeanekke pis e o cachorro que faz xixi: Uma visita imprescindível para todas as idades é ir em busca do menino meom mais famoso do mundo, Manekken Pis. Seguro que lhes liberdade para os mais pequenos. E se o tempo o permite aconselhamos pesquisar também a menina que urina e até o cachorro que faz xixi. Uma original ginkana em toda a régua!!
5. Rota do comic com murais por toda a cidade. Esta é uma ótima idéia que pretendia reabilitar alguns muros abandonados e em mau estado da cidade e para isso inventou esta rota do comic, onde nos mostram de forma alegre, divertida e colorida alguns dos mais famosos personagens dessa arte tão querido na Bélgica. Uma fantástica rota com 38 murais de que só pudemos apreciar alguns, mas que nos pareceu útil, já que confere à cidade um ar descontraído e jovem muito bem sucedido. Tintim, Asterix, Spirou, Os Smurfs e o Lucky Luke são alguns dos personagens que vos encontrareis as fachadas de muitos edifícios da cidade. Aqui deixo-vos toda a informação sobre esta divertida rota ideal para fazer com os mais pequenos.

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Essaouira, o paraíso atlântico

Essaouira, o paraíso atlântico

Banhada pelo oceano atlântico e chicoteado sem remédio por um vento que se tornou sua marca registrada, a cidade de Essaouira Mogador, anos atrás, aparece ante o visitante como um diamante por polir, um lugar tranquilo onde a vida passa devagar e que ainda guarda a essência desse Marrocos de províncias, de pessoas simples com os costumes arraigados no tempo em que o viajante agradece nada mais pisar nesta acolhedora cidade murada.
A menos de 200 km de Marrakech podemos encontrar esta linda cidade costeira cuja medina foi declarada pela UNESCO Patrimônio da Humanidade e cujo sustento foi e é, a pesca tradicional, apesar de que, ultimamente, o turismo em forma de pranchas de surf e investimento estrangeiro está chegando a passos largos. É um lugar tranquilo, longe do stress das grandes cidades marroquinas, ideal para misturar com a população local, desfrutar de sua medina murada ou comprar em seu sedutor mercado sem o ruído e a pressa habituais deste país.
Este importante porto foi fortificada pelos portugueses para a sua defesa, tem sido o berço de célebres piratas, como barba negra e usado para o tráfico de escravos com destino à América. Atualmente é um dos portos de pesca mais importantes do sul do país e pode gabar-se de uma atividade diária frenética que surpreende e encanta o visitante. E chegado o verão, quando as temperaturas extremas sofocan para meio país, Essaouira renasce e alivia a locais e visitantes com as suas temperaturas moderadas graças ao Atlântico, seu inseparável companheiro.
Ao preparar a nossa viagem para Marrakech nos colocamos fazer uma viagem para algum lugar próximo, já que como todos sabem ( e se não o sabeis, eu vos digo), Marraquexe carece de visitas ou monumentos propriamente ditos e com três ou quatro dias lá é o suficiente para o visitante convencional. E quase sem querer, apareceu o nome de Essaouira. Procurando o pouco que há na rede sobre ela me fez ver que eu poderia ser o contraste ideal para uma grande cidade. Uma vez decidido que queríamos visitar, devido à sua proximidade com a Marraquexe (apenas duas horas e meia de carro), nos colocamos como chegar lá. Como chegar em Essaouira
Desde Marrakech há duas opções muito claras para chegar a Essaouira: ônibus ou carro alugado. Para a primeira opção há duas empresas de ônibus ( Supratours e CTM) que partem diariamente do terminal de ônibus de Marraquexe e que leva menos de 3 horas para percorrer a distância entre as duas cidades.
No nosso caso, nós alugamos um carro dois dias a um preço muito bom, que nos serviu para nos dar conta de como se conduz por este país e como gasta a polícia, os controlos de estrada. Ao princípio custou mais de um susto, mas com as horas de um acostumado a perder-se, para que não haja quase sinais de trânsito, para que se lhe cruzen mulas, cães, pessoas, carrinhos de mão, bicicletas, motocicletas, sem luzes… enfim, uma experiência que nos chegou à alma, já que dirigir é uma boa forma de entender uma cultura e um país. Além disso, a gasolina não é muito cara e 400 km, já que usamos cerca de 20 euros. Tenho que advertiros que há muito a polícia rodoviária e controlam a velocidade com radar ( 100 km/hora nas auto-estradas nacionais máxima permitida). Fomos libertos de uma multa ou uma chantagem de puro milagre…

Que fazer em Essaouira
Essaouira é uma cidade de pesca relativamente pequeno, muito tranquilo e não conta com monumentos de interesse ou de grandes visitas em destaque. O seu encanto reside na simplicidade e na cotidianidade de suas gentes, ensimismados em suas tarefas e alheias aos turistas que lá chegam. Passear pelas ruas mal asfaltadas de sua medina, ver o movimento dos comerciantes, farejar seus postos de carnes, frutas e legumes, comprar um pão recém feito em um posto de rua ou sentar em alguma das calmas praças do centro da cidade murada, são sensações que fazem um desfrutar desta pacata cidade.
Medina: Uma muralhas cor de areia rodeiam uma coquete medina cheia de becos, arcos, esculturas, praças e ruas cheias. É o ponto no qual participam todos os vizinhos para comprar, passear, fazer negócios.., e os clientes para nos perder no seu mercado e para fazer compras. Passear de noite por suas ruas é intrigante, mas eu posso garantir que não há nada que temer.

Porto: A atividade do porto de pesca é frenética e é um dos pontos principais que você tem que visitar. Ver baixar o peixe fresco de um barco e seguir com atenção os trabalhos relacionados com a pesca tradicional, me pareceu algo extraordinário e que hoje em dia não se vê com facilidade: desde a colheita de redes ou vender o peixe em um lugar cujo balcão é uma caixa de madeira, para pintar um barco ou limpar o peixe sentado nas rochas enquanto centenas de gaivotas voam em busca de algo que levar ao pico… Me fascinou o movimento e a vida que existe neste porto. E um aviso aos navegantes: abster-se de vir aqui os alérgicos a gatos ou as gaivotas, há centenas!!

Mellah: o bairro judeu da cidade é um lugar que ganha vida quando a maioria dos negócios começam a fechar, apesar de o aspecto de suas ruelas é bastante desolador. Observe a importância que teve este grupo em Essaouira que até 1952 havia na cidade ¡¡32 sinagogas!!.
Skala de la Ville: É o único lugar onde você pode andar por cima das muralhas e onde os moradores se sintam a contemplar as ondas do atlântico. Uma coleção de canhões de metal acompanham o passeio.
Mercados: sem dúvida um dos atrativos de Essaouira, como em todo o Marrocos, é perder-se e comprar em seus souks a grande variedade de produtos que oferecem: óleo de argan, artesanato, especiarias, barracas de comida, pele,tapetes, bijuterias, artigos de madeira de cedro, prata, jóias e tudo que se possa imaginar é vendido aqui. E todo o mundo vêm para comprar carne, peixe, legumes e qualquer produto de que precisa já que é o “mercado de abastos” da cidade. Um bom lugar para passear, próxima de outros mercados onde os vendedores, às vezes, são demasiado pesados e ideal para barganhar e comprar, já que costuma ter preços melhores que em outras grandes cidades de Marrocos.
Praça Moulay Hussein: É a praça principal da cidade e o nexo de união entre a medina e o porto. Irremediavelmente você tem que passar por essa praça para chegar ao porto movimentado e é o lugar ideal para fazer um alto no caminho e tomar um chá-espanhol ( 1 euro) ou um delicioso suco de laranja, vendo a vida passar. Muito vendedor de óculos de sol e músicos de rua enriquecem o centro social da cidade.
O nariz de Orson: ao sudoeste da Medina encontramos esta praça com o nome do diretor de cinema e um curioso busto seu, sem nariz. Nesta cidade foi filmado parte do filme Othello e essa omissão no busto do diretor se deve a que, durante o filme, Orson Welles perdeu seu nariz a ser cultuado em várias ocasiões e rolou várias cenas sem ela. Apesar disso, o filme foi premiado com a Palma de Ouro no festival de Cannes de 1952.
Praia
Uma bela e vasta praia de areia próximo à cidade murada, que nos dá uma ideia de quão bom ele deve estar aqui no verão. Ideal para relaxar, passear ou tomar um banho se os ventos aliseos o permitem, chegamos a ver vários surfistas pegando ondas e ao longe, oferecem passeios de camelo pela areia desta extensa e bela praia. No moderno passeio marítimo podemos ver alguns hotéis de luxo e apartamentos de veraneio, fato que indica que o turismo está tomando muita força nesta pacata aldeia.

Onde dormir
Como em quase todas as cidades de Marrocos, é elegante, dormir em Riads, casas tradicionais localizadas nas medinas, que oferecem todas as comodidades para o visitante. Costumam estar em becos escondidos e não são fáceis de encontrar, tem poucos quartos e oferecem um atendimento personalizado e muita, muita tranquilidade. Nós temos hospedado no Riad Dar Liouba, em um pequeno beco escuro da medina, a cidade fortificada. Parece mentira, vendo os becos por onde caminhamos até dar com ele, que este oásis de tranquilidade possa existir. Um contraste brutal com o exterior faz entender as diferenças abismais que há nesta sociedade: luxo e conforto para o estrangeiro, sacrifício e trabalho para o local….
O confortável e tranquilo Riad Dar Liouba conta com 8 quartos, decorados ao estilo marroquino, inclui o pequeno-almoço, wifi gratuito no lobby, terraço com vista para a medina, muita tranqüilidade e um excelente serviço. De fato, as críticas nas páginas de reservas de hotéis são realmente boas. Por algo será. Se você quiser ver um vídeo do alojamento pode pasaros por meu canal de vídeos do Youtube.
E uma prática que me pareceu curiosa: se alguém chega aqui sem alojamento reservado para dizer que ao entrar na cidade, grupos de jovens, sacudindo as chaves na mão ( acho que de apartamentos ou chalés de aluguel) disputam encontrar algum visitante que contrate o seu alojamento. Uma curiosa técnica de marketing, mas acho que lhes dará resultado…
Onde comer
Essaouira é a cidade do peixe fresco e o marisco. A sua porta chegam diariamente toneladas de peixe fresco que se distribui por uma área e se consome na mesma cidade. A oferta de restaurantes onde comer peixe fresco a um bom preço é bastante vasta, assim como também há locais para bolsos mais amplo. Menção especial são os curiosos postos de peixe do porto, onde um escolhe o produto fresco ( não esqueça de pechinchar) e lá mesmo se cozinham em um piscar de olhos. Passamos por lá e seus amigáveis funcionários nos ofereceram comer em quase todos, prometiéndonos o melhor preço e a melhor qualidade. O que sim está claro é que o peixe está recém-trazido de sua hiperativo porto.
E se você quiser um restaurante fino, elegante e rodeado de um ambiente requintado, você pode visitar e…



Era uma vez Talin, a cidade medieval…

Era uma vez Talin, a cidade medieval...

Com todo o sabor medieval e um encantador centro histórico amuralhado declarado Patrimônio da humanidade pela UNESCO, a cidade de Tallinn e é um dos núcleos antigos mais bem conservados da Europa e um dos expoentes mais claros de conservação e interesse por manter uma cidade como há centenas de anos: torres medievais, ruas de paralelepípedo, muralhas e casas centenárias que fazem passear pelo seu centro murado te faça retroceder à Idade Média. Assim é Tallinn, uma cidade de conto..

A apenas 80 quilômetros de Helsínquia e estrategicamente situada às margens do Mar Báltico, a coquete cidade velha, construída entre 1400 e 1700, oferece a oportunidade de admirar um cuidado centro histórico e a possibilidade de atravessá-la, em pouco tempo, mergulhando o visitante em um túnel do tempo, do qual é difícil sair. Não só pelo estado de suas edificações, quase dois quilômetros de muralhas ou seus 20 torres perfeitamente conservadas, mas também por tudo o que rodeia a cidade: ruas, pequenos detalhes, cantos e um ambiente ao mais puro estilo medieval.
Nós viemos através de Estocolmo depois de uma longa noite sem dormir ( aqui a minha crónica da travessia) e a visão da cidade a partir do alto mar, com suas torres pontiagudas e as cúpulas da Catedral russa de Alexander Nevski, nos faz perceber que vamos aproveitar o que de bonito, passeando por suas ruas pavimentadas e admirando seus edifícios centenários. Acho que com um par de dias é o suficiente para ver a cidade velha e, de fato, diariamente chegam aqui cruzeiros cheios de visitantes que veem o seu casco muralhado em poucas horas. Caminhamos cerca de 20 minutos do porto até o seu casco muralhado e encontramos com facilidade o nosso alojamento.
Para dormir, optou-se por um hostel em quarto compartilhado, já que precisamos de minimizar custos. Estocolmo deixou-nos o bolso bastante prejudicado.

Uma vez casados, resta-nos patearnos da cidade velha, que se pode dividir em duas zonas, uma zona baixa e zona alta, a colina de Toompea. Aqui vos deixo um mapa com os pontos de interesse da cidade de Tallinn, e vos conto a minha escolha sobre o que ver nesta encantadora e antiga cidade ( para o próximo post falaremos sobre o que ver na parte alta da cidade de Tallinn).
O que ver em Tallinn, parte baixa da cidade
Esta antiga cidade é cheia de histórias e lendas, e a cada passo, a cada edifício ou espaço, guarda algo interessante para o visitante. Gostei dos painéis explicativos, à frente de cada prédio significativo ou ruas importantes, já que permite conhecer mais a fundo a cidade, sem a necessidade de um guia.

O encantador centro histórico de Tallinn tem na animada Raekoja Plats ou Praça do Município, seu centro nervoso, dominada por uma torre coroada por um cata-vento, o velho Tomás, estatueta de um famoso soldado local. Por cerca de 4 euros tendes umas fantásticas vistas da cidade. É um lugar muito concorrido, onde se pode comer ou beber algo em seus animados terraços ( por sinal, os estonianos foram muito bem adaptados ao euro e os preços estão cada vez mais altos da cidade velha.

A partir da praça da câmara municipal saem de paralelepípedos ruas cheias de lojas, restaurantes e lojas da rua Viru, que desemboca em uma das antigas portas de entrada da cidade, a porta de Viru, com seus dois imaculadas torres ainda em pé. A magnificência das muralhas e as duas torres, fazem deste lugar um dos pontos mais visitados da cidade. Além desta porta nos encontramos moderna da cidade de Tallinn, de que eu só podia ver uma pequena parte por isso não vos posso contar muito.
Não há que deixar a ver a rua Pik, uma das mais movimentadas da cidade, onde se encontra no número 71, “as três irmãs”, o conjunto de casas medievais mais antigas da cidade de Tallinn ( as mencionam alguns escritos em 1267). Também não há que se perder a passagem de Santa Catarina, uma charmosa rua de ambiente medieval, cheia de lojas de artesanato e onde encontramos os restos de um convento dominicano. Admirando esses arcos e esses edifícios centenários é onde se respira a essência medieval de Tallinn.

A igreja de Santo Olavo, em seu tempo, o edifício mais alto da Europa, e a do Espítitu Santo, são algumas das igrejas mais reprentativas desta parte baixa da cidade e merecem uma visita.
Há mais coisas que fazer em Tallinn, não em vão foi, juntamente com a Turku, capital europeia da cultura em 2011. Deixo-vos algumas ideias: fazer um tour guiado gratuito em inglês pela cidade. Às 12:00 de cada dia saem bem em frente a secretaria de turismo, junto à praça principal. Pode-Se visitar alguns de seus mais de 30 museus de todas as temáticas, como o localizado na Torre Margarida Gorda, o atual museu Marítimo ou mesmo percorrer algum trecho das muralhas que ainda restam em pé. Os mais aventureiros se lançam a fazer um passeio em segway pelo centro histórico ou você pode fazer uma visita à casa irmandade dos cabeças negras, associação de comerciantes da época medieval. Como véis há muito o que ver nesta bela cidade, mas, sem dúvida, eu fico com a passear por suas ruas sem rumo, respirando aquele ambiente medieval e ir descobrindo lugares com encanto, que há muitos.
E quanto a gastronomia, há uma grande variedade no centro histórico da cidade, a preços razoáveis. Nós decidimos testar um dos seus locais mais populares, Olde Hansa, um local onde se pode comer uma deliciosa e original cozinha medieval. Mas tudo a seu devido tempo, falaremos no próximo artigo do bem que preenchi meu estômago por estas terras… A cidade velha me fascinou, cheia de lendas e histórias e envolvida em um ambiente de conto de fadas que a faz encantadora….
Dados de interesse
– Old House Hostel. Quartos compartilhados a partir de 11 euros/noite e apartamentos de diferentes capacidades. Dentro da cidade murada. wifi grátis



36 horas pt Helsínquia

36 horas pt Helsínquia

Helsinki, capital da Finlândia desde há 200 anos a capital mundial do design em 2012, é hoje em dia uma das cidades mais importantes dos países nórdicos e nos oferece cultura, como um ribeiro, de design e uma série de atividades voltadas para o desfrute do visitante. Nós temos tudo estado lá, e apesar de poucas horas, nos serviram de tomada de contato para tomar o pulso da cidade. A proximidade com outras grandes e belas cidades vizinhas do Mar Báltico , há que, muitas vezes, esta cidade se visitar em pouco tempo. Vejamos o que se pode fazer em Helsínquia, em 36 horas:
1. Chegada ao porto
Chegamos ao porto ( cais, terminal oeste) via Tallinn depois de uma tranquila viagem de 2 horas que atravessa o mar Báltico. Ao sair do porto só tem que tomar o ônibus 15 ou 15A e por dois euros, te deixa na estação ferroviária central de Helsínquia, da área central da cidade e um bom lugar para ficar.
2. Hotel Arthur
Um hotel com um ar de antigo, mas com uma excelente localização na zona da estação central e com boa relação qualidade-preço. Os quartos são simples, mas limpo e o banheiro não é nada do outro mundo, mas o suficiente. Outro ponto a favor, além do preço e da situação, é bom pequeno-almoço buffet que oferece. Mais informação sobre o Hotel Arthur.
3. Península de Tervaasari
Um excelente lugar com boas vistas, ideal para relaxar é esta pequena península onde os finlandeses vão para descansar e desfrutar do sol no agradável do verão. Dar um passeio, fazer um piquenique, levar algo em seus bares ou ler um livro são algumas das coisas que vimos durante o nosso passeio por este tranquilo lugar.
4. Catedral Uspenski
A catedral Ortodoxa, o maior da Europa ocidental( 1868) não está muito longe do porto e é outro dos monumentos religiosos que há para ver na cidade. Edificada sobre uma colina rochosa, tem 14 cúpulas douradas acebolladas e uma clara influência russa. Não é tão atraente como a catedral branca, mas acho que é interessante para os amantes deste tipo de edifícios religiosos.
5. Mercado ou praça do mercado.
O mercado de rua mais importante da Finlândia é um lugar perfeito para comprar todo o tipo de produtos regionais, lembranças ou para provar as especialidades da comida finlandesa: frutas, verduras, gorros de pele, chaveiros, sapatos, comida rápida, artesanato local… aqui se vende de tudo. Como todos os mercados, um excelente lugar para conhecer um pouco mais da cultura deste país. Aberto das 06:00 às 18 excepto quinta-feira e sexta-feira.
6. Mercado velho ( 1889)
Os amantes da boa gastronomia não podem deixar de abordar este velho edifício junto ao porto comprar e degustar multidão de especialidades do país, como o salmão fresco, pastelaria típica ou especialidades da lapónia. De segunda a sexta-feira das 8 às 18 e aos sábados de 8 a 16.
7. Espladinin Puisto
Um pequeno, mas animadísimo parque da cidade, junto ao porto, que me lembrou os campos elísios parisienses, mas em versão reduzida. Ideal para passear, beber, ouvir música ao vivo ou simplesmente para deitar sobre a grama para descansar.
7. Catedral de Helsínquia e praça do senado.
O monumento mais famoso e um grande símbolo de Helsínquia é esta linda catedral branca que preside a praça do Senado. Uma imensa igreja evangélica Luterana do brasil construída no século XIX e que hoje preside a cidade com uma elegância inquestionável. A simplicidade de seu interior me impressionou tanto como a sua chocante exterior. A estátua do imperador Alexandre II aos pés da catedral e o edifício do senado, fazem deste lugar um dos locais mais importantes da cidade.
8. Monumento a sibelius
Para ver um dos principais atrativos da cidade, há de se deslocar até o bairro de Toolo. Aqui, no parque que leva o nome do compositor, encontramos o famoso e original monumento a Sibelius. Para chegar: autocarro 24 e eléctrico 3T.
9. Kiasma, o Museu de arte contemporânea.
Como não podia ser de outra maneira, este museu está localizado em um moderno edifício no centro da cidade e expõe uma mistura de obras finlandesas e internacionais. Preço:8 euros.
10. O ritmo da noite.
Um pouco de marcha ao corpo nunca vem mal, sobretudo num país diferente do seu, por isso gosto sempre de me ver, sem abusar e sempre que se possa, o ambiente da cidade que visito. E pudemos verificar que em Helsínquia muito bem ( pelo menos no verão). Nos arredores da estação central há muito bares que estão cheios até a bandeira. Deixo-vos alguns nomes: café Lasipalatsi, um ambientadísimo bar, onde você pode tomar um copo de cerveja por menos de 6 euros ou Kaleva e Villi Waino, na rua pedonal Kalevankatu, perto da estação central.
11. Ilha de Soumenlinna
Incluída na lista do Património da humanidade pela UNESCO, é uma das fortalezas marítimas mais importantes do mundo e um lugar perfeito para fazer uma caminhada e ver como era a cidade-guarnição que tinha o objetivo de proteger Helsínquia dos ataques inimigos. Os ferries partem diariamente da praça do mercado, em um trajeto de 20 minutos ( 6,50 euros).
12. Igreja Temppeliaukio
A elevação do design extravagante é encontrar-se com uma igreja luterana, escavada em rocha e aqui em Helsinki você pode encontrar. Se adicionamos uma enorme cúpula de cobre, dá como resultado uma das igrejas mais polêmicas que se fizeram no mundo. Obra dos arquitetos Timo e Toumo Suomalainen, é hoje em dia um dos atrativos turísticos da cidade e palco de grandes concertos. No meu canal do Youtube, você pode ver o vídeo que fiz da minha visita a esta curiosa igreja.
Se você tiver mais dias se podem fazer muitas mais coisas, claro está, como ver em profundidade alguns dos seus 70 museus, visitar Linnanmaki, seu parque de diversões, zoológico, passear pelos seus inúmeros parques ou fazer alguma excursão próxima. Mas se você vai com pouco tempo como me aconteceu a mim, espero que estas dicas sobre Helsínquia vos sejam úteis. Näkemiin viajantes!



Gante, la joya de Flandes ( 2 de 2 )

Gante, la joya de Flandes ( 2 de 2 )

Amanhece em Ghent, com um sol radiante e nos levantamos animado porque queremos aproveitar ao máximo o nosso segundo dia na bela cidade de Flandres. Depois de uma primeira jornada intensa onde admiramos sua encantadora cidade velha medieval, a segunda jornada se apresenta não menos atraente. Hoje tenho a intenção de passear de barco por seus canais, conhecer o seu impressionante castelo medieval e visitar vários museus, já que a cidade conta com alguns bastante importantes. E, claro, vamos continuar passeando por suas ruas de paralelepípedos e admirando seu ambiente animado, algo que amamos. Um café da manhã para a corrida no nosso hotel Best Western Richmond, e mochila às costas e com a câmera na mão vamos explorar Ghent, a jóia de Flandres.
Citadelpark, o pulmão da cidade
Muito perto do nosso hotel e nos encontramos com o parque mais importante da cidade, Citadelpark, que leva este nome para a cidadela que havia construído no mesmo lugar. Com mais de 20 hectares é o pulmão verde da cidade e é ideal para passear, fazer desporto, ou ver qualquer um dos museus que existem em seu interior: o museu de belas artes e o museu de Arte contemporânea ( SMAK). Fiquei surpreso ao me deparar com um cemitério cheio de túmulos com nomes de museus do mundo, não sei se dando a entender que podem acabar mortos se não cuidamos como devemos… Nós demos um balsâmico passeio matutito por ele até chegar ao nosso destino, dois dos museus mais importantes da cidade e que não podem deixar de ver.
Museu SMAK de Arte Contemporânea
Um museu de arte contemporânea, seja qual for a cidade onde você esteja, é uma experiência que eu sempre gosto de desfrutar em minhas próprias carnes, não por que eu seja um especialista na matéria, mas pela mistura de surpresa e ignorância que causam em mim, e este não poderia ser uma exceção. No SMAK, já que a entrada é original, feita com madeiras recicladas, assim como suas arriscadas exposições. Um dia eu espero compreender melhor este tipo de arte. Web: http://www.smak.be/ Preço: 6 euros/1 euro menores de 26 anos.
Museu de Belas Artes ( MSK)
Um dos museus mais importantes de Gant é o de Belas artes ou Museum Voor Schone Kunsten ( MSK) com uma coleção de arte mais do que significativa. Aqui encontramos obras de grandes artistas como O Bosco, Rubens ou Van Dyck, e importantes peças de arte do século XVI e XVII. E uma curiosidade: em 2011 foi proclamado museu mais respeitoso com as crianças de Flandres. Eu disse, se você gosta de arte, aqui está um grande museu especializado em arte flamenca. Preço: 5 euros.
Web: http://www.vlaamsekunstcollectie.be/

Restaurante Belga Queen, para desfrutar com os canais
Situado num impressionante edifício do século XII, servem deliciosos pratos da gastronomia Belga e internacional. Nós temos decidido por um dos pratos mais baratos de sua carta e a escolha foi acertada. ¡¡A melhor hambúrguer que já provei!! A fachada do local está despoluído e leo que o seu interior remodelado é uma obra pós-moderna de elegância urbana” ( que eu não tenho nem idéia do que é). Seja como for, é um local impressionante e nunca vi um interior de um restaurante tão bem montado e com tanto gosto. Por certo, a casa de banho guarda uma surpresa que nunca antes tinha visto. Os preços são altos, mas a cozinha é de muita qualidade e é possível desfrutar de ostras ou marisco ao especialidades da região, como o frango Waterzooi.
Passeio pelos canais
Em uma visita a Gent não pode faltar um passeio pelos canais, algo muito típico desta e de outras cidades da região, como Bruxas. Há na cidade vários cais onde contratá-los, mas os mais usados estão em ambos os lados do antigo cais medieval, Graslei e Korenlei. Os barcos partem aproximadamente a cada 30 minutos e você só tem que tirar o ticket par desfrutar de um passeio de cerca de 40 minutos com guia em inglês. Muito conforto com um preço por adulto de 6,50 euros, 3,50 crianças. Deixo-vos o vídeo do meu passeio agradável os canais de Gante.
Gravesten, o castelo dos Condes
Cavaleiros medievais com amadura, donzelas, salões reais e torres de menagem, sombrias masmorras e execuções sumárias… Tudo isso e muito mais é o que podemos encontrar em uma das visitas que não podíamos nos perder em Ghent: o Castelo da cidade, chamado Gravesteen ou Castelo dos Condes. Tinha ouvido falar muito bem dele e a verdade é que me deixou sem palavras com o bem que está organizado e o impecável conservado que se encontra. Parece que lá pelo século XIII, os condes de Flandres eram pessoas muito importantes e tinham vários castelos na área que costumavam visitar a cada certo tempo para controlar seu território, cobrar impostos, ministrar justiça e tomar um banho de multidão. Este histórico está estrategicamente localizado dominando a cidade e foi construído e decorado para mostrar ao povo o poder e a riqueza que possuía, Filipe da Alsácia. É tudo um retrocesso à idade média e podemos percorrê-lo e ver seus aposentos, suas suntuosas salas de audiência, suas masmorras, um museu da tortura e até mesmo uma guilhotina que foi triste protagonista durante uma época. E as vistas da cidade a partir da torre de menagem são realmente belas. Imprescindível a sua visita.

Museu do design
Apenas o edifício que o abriga e pelo seu pátio interior já merece uma visita este curiosísimo museu do design. A antiga coleção do museu é composto de mobiliário do século XVII e XVIII, o que há que unirle uma riquíssima coleção de Art Nouveau, art deco, e coleções dos anos 70 e 80, com móveis e objetos de vanguarda dos mais destacados designers mundiais. Nos divertimos muito vendo os originais de projetos de móveis, alguns curiosos aparelhos domésticos, como talheres, pratos, talheres, abridor ou vasos. Menção à parte as extrañísimas cadeiras ou poltronas que fomos encontrando durante a nossa visita. Muito originais, sim, mas duvido muito que sirvam para descansar… Um lugar curiosísimo que eu acho que vale a pena visitar.

Concerto Grandilevoix
Como eu comentei em um post anterior, nesse dia, terminamos a jornada assistindo a um concerto de música medieval, na catedral de São Bavo da mão do grupo Grandilevoix. Um concerto de música clássica ou medieval nesta cidade é uma experiência única e que aconselhamos a que façais. E depois de culturizarnos um pouco, fizemos outra das coisas imprescindíveis em Ghent a: aproveitar a noite com seus prédios iluminados e seus bares bagunça de gente jovem.
Passeio a pé pelo centro histórico medieval
Para finalizar nossas dicas sobre Gent eu recomendo este percurso a pé que vimos em um folheto da secretaria de turismo. Nós fizemos e gostamos muito dele já que percorre o mais significativo do centro histórico de Gante. Eu recomendo: 1. Praça sint – Veerleplein 2. Castelo dos Condes 3.antiga lota do peixe 4. Appelbrugparkje ( canto com boas vistas) 5. Museu do design de Gante 6. Cais medieval, Korenlei e Graslei 7. Ponte de São Miguel 8. Igreja de São Miguel 9. O Pand, antigo convento de dominicanos 10. Igreja de São Nicolau 11. local municipal 12. Casa sindical dos pedreiros 13. Belfort, campanário municipal. 14. Catedral de São Bavo 15. Teatro 16. sikkel, músicos escondidos. 17. Corte de São João ( se hospedar Maria de Borgonha) 18. Câmara municipal, em estilos gótico e renascentista. 19. Igreja de Santiago 20. Praça Vrijdagmarkt, centro da vida social na idade média. 21. Margarida, a louca, canhão medieval. 22. Bairro de patershol ver, cheio de bons restaurantes. 23. Casa de Alijn, antigo hospício e agora museu de cultura popular. 24. Mercado da carne, com todos os produtos típicos de Flandres.
Eu fico com vontade de….
– Visitar os Beaterios, como o de Klein Begijnhof. Estas pequenas aldeias com uma igreja, eram habitadas por begardos, mulheres dedicadas a Deus e estão classificados como Património da humanidade.
-Fazer um percurso de bicicleta pelos arredores da cidade.
-Bijloke, um dos lugares onde a cultura pode ser sentida. Aqui estão o museu da cidade de Gante, STAM ou um importante centro musical.
– Fazer umas compras com a maior zona pedestre da europa e visitar os mercados de rua: roupas da moda, chocolates, antiguidades, artigos de segunda mão….
– Explorar com mais calma o bairro de Pathershol, um antigo bairro medieval que hoje é o centro gastronômico da cidade.
Como você vê a cidade de Gante me fascinou mas me deixou uma sensação agridoce, já que não fomos capazes de desfrutar de mais dias por falta de tempo ( o meu maior inimigo nas viagens..). Espero que minhas dicas or sirvam para descobrir a surpreendente e vibrante cidade, a verdadeira jóia de Flandres.
Mais informações
– Escritório de Turismo de Flandres
– Turismo de Gante.
– Restaurante Belga Queen. Um dos mais visitados da cidade. Cozinha internacional belga, junto ao canal medieval.



10 razões para visitar Tampere, Finlândia.

Nosso passeio de carro pelo sul da Finlândia, uma experiência que recomendamos realizar, teve seu ponto final na moderna e movimentada cidade de Tampere, no sul do país. É verdade que a passagem foi muito rápido e apenas tivemos tempo foi pressionar o ritmo da cidade, mas nos deu para perceber a vitalidade desta jovem cidade, a terceira maior do país. Vos damos 10 razões para visitar esta ativa e jovem cidade finlandesa: 
1. Ficar em Hostel, um albergue 5 estrelas. O melhor hostel em que eu gosto de sempre!!: grande ambiente, preços razoáveis, valeu e umas excelentes e impecáveis instalações e serviços dão como resultado um alojamento realmente recomendável. 
2. Ver a catedral de Tampere: Construída no início do século XX, não é muito chamativo, nem espetacular, mas é o edifício religioso mais importante da cidade e visita obrigatória. 
3. Subir a Näsinneula, a torre de 169 metros de onde se podem ver as melhores vistas da cidade. Além disso, conta com um restaurante onde você pode comer até mesmo carne de urso. Os amantes da boa vista irão gostar muito! 
4. Visitar alguns dos museus ( até 35 ), que existem espalhados pela cidade: o de Lennin (dos mais visitados), o de arte moderna ou o dos trabalhadores de Tampere. Tendes até, um dedicado à espiões...Por tanto, oferta museal importante. 
5. Passear pela rua principal, Hämeenkatu, cheia de lojas, bares e lojas de todo tipo. Também há que ver sua praça central, com o belo edifício da fábrica têxtil Finlayson e até uma roda-gigante nos meses de verão. O centro nevrálgico da cidade está sempre animado. 
6. Visitar Rajaportti, sauna pública mais antiga da Finlândia. Inaugurada em 1908, poderemos desfrutar de uma sauna tradicional, por um preço de 8 euros. 


7. Dar um passeio em barco por seus lagos: A cidade está situada entre os lagos Näsi e o Pyhä. Em torno deles há uma série de passeios e atividades para desfrutar de suas águas. E em toda a região há mais de 180 lagos assim, há onde escolher!. 
8. A sua extraordinária gastronomia: Nós temos comido no Nordic, um gastropub the moda que eu sempre encantado com a sua tranquilidade e a boa cozinha. Comida local com alguns pratos de países escandinavos e taças. Ideal para os que gostam de se mover um pouco... Provai os bolinhos que estão para morrer. E também há muita oferta de comida rápida, asiático, europeu, pizzarias.... 

9. Seus parques e jardins: Com cerca de 3.000 hectares de áreas de lazer vos podeis imaginar o verde que é Tampere. De fato, nesta cidade, há cerca de 120 metros quadrados por habitante de áreas verdes e jardins. Surpreendeu-Me um curioso parque que descobrimos e que" batizados como o parque de luvas perdidos". Todos esses luvas sem dono vão parar às suas cercas... 



10. Por seu ambiente nocturno: a universidade é sinônimo de muito estudante erasmus incluídos) pelo que há bastante gente jovem. Isso implica que haja muita oferta de lazer da cidade: bares, pubs, restaurantes e discotecas dão como resultado uma cidade com muita vida nocturna. E como curiosidade, não deixe de ver os carros equipados que os jovens trazem à tona quando sai a lua. 
E se você tiver mais tempo, não deixe de visitar o Parque de Diversões Särkänniemi, ver o pitoresco bairro de Pispala ou desfrutar de inúmeras actividades relacionadas com a natureza como visitar algumas de suas próximas estações de esqui. 
Até aqui nossas 10 razões para visitar esse moderna e activa cidade. Mas tenha certeza de que oferece muito mais que terás de descobrir por vós mesmos.... 
Mais informações 
– Turismo de Tampere. 
– Acomodações em Banguecoque. 
– Mais fotos de Tampere na minha galeria do Flickr.

Nosso passeio de carro pelo sul da Finlândia, uma experiência que recomendamos realizar, teve seu ponto final na moderna e movimentada cidade de Tampere, no sul do país. É verdade que a passagem foi muito rápido e apenas tivemos tempo foi pressionar o ritmo da cidade, mas nos deu para perceber a vitalidade desta jovem cidade, a terceira maior do país. Vos damos 10 razões para visitar esta ativa e jovem cidade finlandesa:
1. Ficar em Hostel, um albergue 5 estrelas. O melhor hostel em que eu gosto de sempre!!: grande ambiente, preços razoáveis, valeu e umas excelentes e impecáveis instalações e serviços dão como resultado um alojamento realmente recomendável.
2. Ver a catedral de Tampere: Construída no início do século XX, não é muito chamativo, nem espetacular, mas é o edifício religioso mais importante da cidade e visita obrigatória.
3. Subir a Näsinneula, a torre de 169 metros de onde se podem ver as melhores vistas da cidade. Além disso, conta com um restaurante onde você pode comer até mesmo carne de urso. Os amantes da boa vista irão gostar muito!
4. Visitar alguns dos museus ( até 35 ), que existem espalhados pela cidade: o de Lennin (dos mais visitados), o de arte moderna ou o dos trabalhadores de Tampere. Tendes até, um dedicado à espiões…Por tanto, oferta museal importante.
5. Passear pela rua principal, Hämeenkatu, cheia de lojas, bares e lojas de todo tipo. Também há que ver sua praça central, com o belo edifício da fábrica têxtil Finlayson e até uma roda-gigante nos meses de verão. O centro nevrálgico da cidade está sempre animado.
6. Visitar Rajaportti, sauna pública mais antiga da Finlândia. Inaugurada em 1908, poderemos desfrutar de uma sauna tradicional, por um preço de 8 euros.

7. Dar um passeio em barco por seus lagos: A cidade está situada entre os lagos Näsi e o Pyhä. Em torno deles há uma série de passeios e atividades para desfrutar de suas águas. E em toda a região há mais de 180 lagos assim, há onde escolher!.
8. A sua extraordinária gastronomia: Nós temos comido no Nordic, um gastropub the moda que eu sempre encantado com a sua tranquilidade e a boa cozinha. Comida local com alguns pratos de países escandinavos e taças. Ideal para os que gostam de se mover um pouco… Provai os bolinhos que estão para morrer. E também há muita oferta de comida rápida, asiático, europeu, pizzarias….

9. Seus parques e jardins: Com cerca de 3.000 hectares de áreas de lazer vos podeis imaginar o verde que é Tampere. De fato, nesta cidade, há cerca de 120 metros quadrados por habitante de áreas verdes e jardins. Surpreendeu-Me um curioso parque que descobrimos e que” batizados como o parque de luvas perdidos”. Todos esses luvas sem dono vão parar às suas cercas…

10. Por seu ambiente nocturno: a universidade é sinônimo de muito estudante erasmus incluídos) pelo que há bastante gente jovem. Isso implica que haja muita oferta de lazer da cidade: bares, pubs, restaurantes e discotecas dão como resultado uma cidade com muita vida nocturna. E como curiosidade, não deixe de ver os carros equipados que os jovens trazem à tona quando sai a lua.
E se você tiver mais tempo, não deixe de visitar o Parque de Diversões Särkänniemi, ver o pitoresco bairro de Pispala ou desfrutar de inúmeras actividades relacionadas com a natureza como visitar algumas de suas próximas estações de esqui.
Até aqui nossas 10 razões para visitar esse moderna e activa cidade. Mas tenha certeza de que oferece muito mais que terás de descobrir por vós mesmos….
Mais informações
– Turismo de Tampere.
– Acomodações em Banguecoque.
– Mais fotos de Tampere na minha galeria do Flickr.



Comer em Marrakech: 3 lugares para desfrutar

Comer em Marrakech: 3 lugares para desfrutar

De todos é sabido, e, se não eu vo-lo digo, que a cozinha marroquina é uma das mais ricas e variadas do mundo, através de várias matérias-primas, exóticas especiarias e oferecendo grande quantidade de receitas conhecidas internacionalmente. Seu sucesso pode resultar da mistura de culturas que passaram por esta nação: oriente médio, mediterrâneo, África, berberes ou mouriscos passaram e a influência desta cultura. É uma cozinha simples, popular, que mistura, em muitas ocasiões, o salgado com o doce, dando-lhe um toque para os pratos me parece muito interessante. Quem não conhece o cuscuz ou o tajine, esse recipiente de barro onde se faz as deliciosas receitas?
Eu entendo a gastronomia como uma parte muito importante de uma cultura e não eu entendo visitar um país e não tentar a sua comida, suas especialidades e pratos ricos. Sem dúvida, ajuda-me a conhecer um pouco melhor o povo que lá vive e em minhas viagens, não hesitou em experimentar o quanto prato local ponha-me para a frente ( com algumas exceções, olho). E como bem diz o provérbio marroquino “durante a refeição, não se fala” , eu deixo de falatório e eu recomendo 3 restaurantes para comer em Marraquexe, e onde com certeza desfrutarão de uma excelente cozinha marroquina, um trio de ases que corresponderão às dos paladares mais exigentes.
Aí vão minhas três experiências gastronômicas recomendadas:
1. Dar Ennassim, alta cozinha francesa.
Tivemos a sorte de visitar um dos melhores restaurantes de Marrakech, reconhecido recentemente com a medalha de ouro da Academia culinária da França. Eu estou falando de Dar Ennassim, restaurante que dirige o renomado chef Fabrice Vulin, detentor de duas estrelas Michelin pelo chévre dór. Localizado na impressionante complexo hoteleiro Palmeraie Hotels and Resorts, oferece cozinha francesa de autor com toques mediterrâneos, num ambiente de luxo: elegante decoração, mesas bem montadas e cadeiras de veludo, louça fina, com uma atmosfera íntima e um serviço impecável fazem que a noite seja um sucesso seguro. Aqui há que experimentar a especialidade da casa, a deliciosa “sopa de lagosta com fundo de queijo”( ainda me lembro e me dá um arrepio…), os surpreendentes caracóis do atlas com emulsão de vinho branco maçã e papata, o foie gras de ganso ou o São Pedro com o caldo de frutos do mar e cogumelos. Todos os pratos têm uma apresentação cuidada e melhor sabor bem que qualquer amante da alta cozinha deve passar por este restaurante famosas. De certeza que vai passar uma boa noite. Como não podia deixar de ser, têm uma ampla ofertas de vinhos franceses e elaborados em Marrocos. O coberto ambiente neste restaurante de alta cozinha francesa ronda os 40-50 euros por pessoa.

– Endereço: Palmeraie Hotels




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