Adeus, leitores….

Queridos leitores do Hora da Comida,

Quero agradecer de coração a todos os que acompanharam esse blog. Foram pouco mais de dois anos de muita alegria, troca de experiências e aprendizado. Mas estou partindo para novos desafios e não terei tempo para manter o blog atualizado. Aproveitem para copiar as dicas, as receitas, os endereços e tudo mais já que o Hora da Comida ficará no ar por mais alguns meses, enquanto durar o contrato com o provedor.

Tudo de bom para todos! Cozinhem muito e sejam felizes.

Simplesmente deliciosas: panquecas!

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Foto: Hora da Comida

Esta receita de panqueca doce é da minha mãe – a mesma que ela fazia para meu irmão e eu quando éramos crianças. Nós adorávamos ! Especialmente, o movimento de virar a panqueca, com um jogo de mão na frigideira que faz com que ela voe e caia do outro lado. Era mágico! Há alguns dias, refiz a panqueca em busca daquela felicidade infantil. Naturalmente, não foi a mesma coisa  – uma pena. Mas, sem dúvida, a panqueca é simplesmente deliciosa. O bom é que é fácil e rápido. Dá para fazer no café da manhã do fim-de-semana. Hora da Comida mostra o passo a passo do preparo para você fazer na sua casa.

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Gelato Boutique propõe combinar sorvete e chá

Na próxima segunda-feira (dia 5), a Gelato Boutique lança seus sabores de primavera, estende seu horário de atendimento até as 22h durante a semana e até as 24h, a partir das sextas-feiras, e introduz, em seu cardápio, chás quentes e gelados, com propostas de harmonização com sorvetes. Entre as novidades, estão, por exemplo, sabores de flores, como o de rosas com flocos de chocolate branco, que fez sucesso ao ser lançado para o Dias da Mães, o de limão tahiti com hibisco, e também de prosecco e de menta fresca com chocolate amargo

A mestre-sorveteira Marcia Garbin, premiada em dois concursos na Itália, explica que deve incluir cinco tipos de chás ao cardápio, estando certos um verde e um preto. A loja fez três workshops sobre a bebida e possíveis harmonizações, comandados pela especialista Paula Moura, jornalista que estuda o assunto e morou no Japão. Hora da Comida participou de um desses encontros. Tomar chá com sorvete não é comum nem na Inglaterra nem no Japão – países com grande consumo da bebida. Mas tanto Marcia como Paula acreditam que os dois combinam muito bem e, demonstraram, o porquê.

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Paulista ganha duas lojas de pastéis de nata

Que a avenida Paulista tem delícias para fazer qualquer formigão feliz, todo mundo sabe! Hora da Comida já fez inclusive um roteiro de doces imperdíveis. A novidade é a abertura de duas lojas de pastéis de nata, ou de Belém, como preferirem, na região. Há um mês, a Manteigaria Lisboa abriu a primeira lojinha, pequena mesmo, perto do Conjunto Nacional. E, há uma semana, foi a vez da segunda, à rua Pamplona, quase Paulista. Ambas devem fazer parte do roteiro!

O pastel de nata (R$ 5,00) é uma delícia, com massa crocante e fininha e creme de ovos levinho no recheio. Pessoalmente, prefiro quando os pastéis ficam um pouco mais no forno, formando um queimadinho na superfície, como os da Casa Mathilde. Mas nada que desmereça a Manteigaria que tem lojas em Portugal. Para beber, café (R$ 4,50), vinho do porto (R$ 10), licor de ginja (R$ 10), água e refrigerantes. Quem compra cinco pastéis para viagem, ganha um. Hora da Comida visitou as duas casas na semana passada e gostou mais de uma delas. 

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Quer ajudar refugiados sírios? Peça o cardápio

Quer ajudar os refugiados sírios e não sabe como? Hora da Comida tem duas sugestões. Vá conhecer a Damascus, uma pequena loja aberta recentemente por cinco sírios no bairro de Pinheiros, em São Paulo, que vende doces e salgados sírios, como estes das fotos abaixo. A estrutura é minúscula e ultra-simples – um balcão, uma estufa e alguns banquinhos -, mas condicente com que saiu da terra natal com pouco mais do que nada e muitos sonhos.

A outra dica é ajudar na abertura do restaurante Talal Cozinha Síria, do engenheiro mecânico Talal Al-tinawi que chegou no Brasil em dezembro de 2013, com a mulher e filhos. Já que não consegui validar seu diploma, ele começou a preparar em casa e vender comida síria por encomenda (fotos acima), em São Paulo. Fez sucesso e, agora, ele está recolhendo contribuições (crowdfunding) em uma plataforma da internet para ter um endereço comercial.  Você pode doar quanto quiser, a partir de R$ 10. O lance é ajudar quem precisa. Veja vídeo em que Talal explica porque escolheu o Brasil para morar.

A meta é atingir R$ 60 mil, mas até agora conseguiu a metade e prazo da campanha termina em sete dias. Quem doar R$ 50 poderá ter uma refeição gratuita no futuro restaurante. Por R$ 250, o doador poderá comer diariamente durante uma semana. Não quer doar ? Então, faça uma encomenda e delicie-se!

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Noruega consome baleia. Que tal provar?

Foto: FreeImages

Foto: FreeImages

A luta de grupos ambientalistas e os de defesa dos animais contra grandes barcos japoneses que pescam baleias, para deleite de consumidores que pagam caríssimo pela carne, é imagem periódica nas TVs. Mas nunca soube que a Noruega pescava e consumia baleia. Na verdade, a Islândia também faz parte desse grupo. Para mim, foi uma surpresa ver a carne da baleia, lado a lado com salmão, bacalhau e frutos do mar, durante visita que fiz ao país em agosto.

Em Bergen, cidade portuária ao Norte do país, na rota pelos fiordes, a pesca e o consumo do mamífero ocorre desde o século 9 ou 10 – período dos vikings. Criticada pela comunidade internacional, e não apenas pelos ambientalistas, a pesca é permitida entre os meses de maio e agosto – ou seja, na primavera e verão – e apenas da espécie minke. Soube que, durante alguns anos, a pesca foi proibida, mas voltou a ser liberada em 1999 com o estabelecimento pelo governo de cotas, que vem sendo ampliadas. Atualmente, seriam autorizadas cerca de 1.000 baleias ao ano, mas este número não é um dado oficial.

No Fish Market de Bergen, uma atração para turistas, mas que também atende aos moradores da cidade, a carne de baleia à venda é a defumada (fotos abaixo), a cerca de R$ 250 o quilo. O vendedor informou que usa-se o lombo da baleia. O aspecto não é atraente já que a carne tem uma cor preto opaco. Não tem cheiro forte. E o sabor? Bem, provei uma lasca e, além de ser emborrachada, tem sabor forte, mas não é gostosa. Achei também à venda salame feito com carne de baleia que tinha gosto de salame….

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De lambuzar os dedos

Pela manhã, quando a maioria das pessoas aperta o passo para chegar pontualmente ao trabalho, a Avenida Paulista, endereço ícone de São Paulo, é ponto de comida de rua. São pequenos tabuleiros, armados perto das movimentadas estações de metrô, que servem lanches, pedaços de bolo e café, em garrafas térmicas, para gostos diversos: forte, fraco ou com leite. Isso sem falar do carrinho que prepara, na hora, tapiocas recheadas com coco, doce de leite, queijo ou presunto, e atrai clientela numerosa. Nunca viu? É porque os vendedores são especializados em café da manhã. Quem passar após as 8h30 não encontrará nenhum.

Pode achar, em compensação, quem venda milho debulhado, servido em tigelinhas plásticas descartáveis, ou pequenos quiosques de pastéis – semelhantes aos das feiras livres –, que são amados pelos paulistanos. Sim, comida de rua simples e barata, que pode ou não ser saborosa, mas que certamente é uma opção para quem tem fome e não pode ou não quer gastar muito. Afinal, muito antes da moda dos food trucks – os caminhões cheios de estilo que vendem pratos antes restritos a restaurantes –, os brasileiros se lambuzavam com delícias caseiras servidas em ruas, praças, praias e estádios, ou seja, em lugares com muita circulação.

Leia a íntegra da matéria na edição de agosto da revista da Livraria Cultura

Acarajé para matar as saudades da Bahia…

Mini-acarajé de siri, do Pé de Manga

Mini-acarajé de siri, do Pé de Manga

Hora da Comida publica a receita de mini-acarajé de siri, do chef Julio Morillo, do bar-restaurante Pé de Manga, da Vila Madalena, em São Paulo. É um dos petiscos mais populares da casa. É uma ideia muito legal para fazer no fim-de-semana, chamar os amigos e a família, e abrir umas cervejas. Bom proveito!

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